Tudo tem seu grau de utilidade,
graveza e questão de vida ou morte.
Qualquer coisa besta, dita, tem lá
seu valor no crivo da banalidade.
O dito besta feito cifra, sozinho,
tem lá sua plateia atônita de pasmo.
Ter que ouvir pouquidões em um
aviso mal dado pode estar bem
a propósito, mesmo sendo chinfrim.
Não há apenas coisas boas ou não.
Há graus de disso ou daquilo.
Aline Gomes Souza




