Welcome and make yourself poetic at home!
Aqui
a poesia
é de minhas
andorinhas!!
Quem sou eu
20 outubro, 2013
08 outubro, 2013
03 outubro, 2013
FRANCES HA
FRANCES HA is AMAZING!!!!
I really recommend that
I really recommend that
Modern Love
DAVID BOWIE
I know when to go out
And when to stay in
Get things done
I catch a paper boy
But things don't really change
I'm standing in the wind
But I never wave bye-bye
But I try, I try
There's no sign of life
It's just the power to charm
I'm lying in the rain
But I never wave bye-bye
But I try, I try
Never gonna fall for
Modern love - walks beside me
Modern love - walks on by
Modern love - gets me to the church on time
Church on time - terrifies me
Church on time - makes me party
Church on time - puts my trust in god and man
God and man - no confessions
God and man - no religion
God and man - don't believe in modern love
It's not really work
It's just the power to charm
I'm still standing in the wind
But I never wave bye bye
But I try, I try
Modern love - Modern love
Modern love - Modern love, walks beside me
Modern love - Modern love, walks on by
24 setembro, 2013
Poesia no aterro
A POESIA NO ATERRO CANTA A MARSELHESA
A poesia agora trabalha em um aterro sanitário
e lá encontra sempre um relicário.
Outro dia mesmo, ela encontrou um velho iPod
recheado de um som francófono que explode.
E agora vai trabalhar à francesa,
ouvindo baixinho a Marselhesa;
e cantarola a boemia morta,
imaginando um bar decorado por Victor Horta.
A poesia agora e tiete do lixo jogado fora por Babette;
e trabalha de sol a sol
para transformar garrafas PET em flores de girassol.
Outro dia a poesia deu de cara com uma lata de foie gras,
mas queria mesmo era comer jabá;
e ainda tropeçou em uma garrafa de Ricard
e bebeu tudo com o amigo Mustafá.
A poesia faz o favor de separar o material jogado fora,
mas toma banho de chorume que chega das caçambas mundo afora.
A poesia só não entende
o consumo em excesso de um mundo ávido e doente.
Do livro La Casona de Zagucha.
Aline Gomes Souza
A poesia agora trabalha em um aterro sanitário
e lá encontra sempre um relicário.
Outro dia mesmo, ela encontrou um velho iPod
recheado de um som francófono que explode.
E agora vai trabalhar à francesa,
ouvindo baixinho a Marselhesa;
e cantarola a boemia morta,
imaginando um bar decorado por Victor Horta.
A poesia agora e tiete do lixo jogado fora por Babette;
e trabalha de sol a sol
para transformar garrafas PET em flores de girassol.
Outro dia a poesia deu de cara com uma lata de foie gras,
mas queria mesmo era comer jabá;
e ainda tropeçou em uma garrafa de Ricard
e bebeu tudo com o amigo Mustafá.
A poesia faz o favor de separar o material jogado fora,
mas toma banho de chorume que chega das caçambas mundo afora.
A poesia só não entende
o consumo em excesso de um mundo ávido e doente.
Do livro La Casona de Zagucha.
Aline Gomes Souza
10 setembro, 2013
NA BUSCA PELA LIBERDADE
NA BUSCA PELA LIBERDADE
A poesia encabeça a revolução com rebeldia
nas ruas, nas praças, nos paços, nas vias.
O que diante de tanta revolução Arendt diria?
Nada mais do que a busca por novas dias.
O combate corpo a corpo de nada valeria,
sem as bonitas falas contra os tiranos e suas tiranias.
A palavra de ordem da boca de revolucionário jamais romperia
se estadistas não usassem os palanques apenas para falsas honrarias.
Como sangue do corpo, o clamor por liberdade não jorraria
se governos não valessem-se de eloquências para falar apenas de suas idiossincrasias.
Sem dúvida, pensar para muitos homens públicos sem cidadania
soa apenas como mascarar a liberdade com meras porcarias.
E disseminar sem autoria pérfidas e opressoras teorias.
ALINE GOMES SOUZA
Poesia do meu livro LA CASONA DE ZAGUCHA.
A poesia encabeça a revolução com rebeldia
nas ruas, nas praças, nos paços, nas vias.
O que diante de tanta revolução Arendt diria?
Nada mais do que a busca por novas dias.
O combate corpo a corpo de nada valeria,
sem as bonitas falas contra os tiranos e suas tiranias.
A palavra de ordem da boca de revolucionário jamais romperia
se estadistas não usassem os palanques apenas para falsas honrarias.
Como sangue do corpo, o clamor por liberdade não jorraria
se governos não valessem-se de eloquências para falar apenas de suas idiossincrasias.
Sem dúvida, pensar para muitos homens públicos sem cidadania
soa apenas como mascarar a liberdade com meras porcarias.
E disseminar sem autoria pérfidas e opressoras teorias.
ALINE GOMES SOUZA
Poesia do meu livro LA CASONA DE ZAGUCHA.
Aline au pays des merveilles
Loading
dada por ffffound
DE ALINE A ZAGUCHA
Arte de ffffound
Défense D'enterdire
Fourni par Google
Mais fumer c'est pas bon pour la santé
L'amour irrésistible
Ça fait des nuits
Que j't'aime d'amour
Ça fait du temps
Qu'on se dit bonjour
Qu'on a du mal à s'retrouver
Qu'on a du mal à s'séparer [...]
Et qu'on se caresse les yeux
Qu'on ait raison, qu'on ait fort
L'amour a ouvert le feu [...]
Florent Pagny, Ça fait des nuits
Que j't'aime d'amour
Ça fait du temps
Qu'on se dit bonjour
Qu'on a du mal à s'retrouver
Qu'on a du mal à s'séparer [...]
Et qu'on se caresse les yeux
Qu'on ait raison, qu'on ait fort
L'amour a ouvert le feu [...]
Florent Pagny, Ça fait des nuits
"Hate the sin, love the sinner" - Gandhi
C´est comme ça.
fortune-teller
Peace and Love
Aline Gomes Souza
Aqui não tenho
a minha insana idade
a revelar
tenho apenas
a minha
insanidade a declarar
a minha insana idade
a revelar
tenho apenas
a minha
insanidade a declarar
Aline Gomes Souza
Pesquisar este blog
COLEÇÃO DE PALAVRAS E VERBOS E OUTROS SERES
BEÓCIO
CATERVA
FEMENTIDA
À GUISA DE
GANAS
NEGROR
ETERNIZAR
SÍLFIDE
BREU
MAGNÂNIMO
LONGÂNIME
ADREDE
CATERVA
FEMENTIDA
À GUISA DE
GANAS
NEGROR
ETERNIZAR
SÍLFIDE
BREU
MAGNÂNIMO
LONGÂNIME
ADREDE
Seguidores
Os textos publicados neste espaço estão protegidos contra cópia abusiva. Se pretender citá-los, deverá referir, de forma clara e inequívoca, a sua origem
Postagens populares
-
Meu pequeno Francisco, conta uma coisa aqui: como foi a sua primeira volta ao redor do sol? Ei, foi uma voltona grandona, hein? Vamos co...
-
Chico Hahôuaiss Abacaxi - s.m. Xi Abelha - s.m. Abê Abrir - v.t. Ábi Acabou - do verbo acabar Bôô Adulto - s.m. Duto Água - s.f. Áqu...
-
Francisco, meu pequeno, meu fofinho, meu bebê, seu peso leve leva a lida minha para além do lá, desalinha a minha ida que antes parec...




